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	<title>Liga Web &#187; Comportamento</title>
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	<description>Pensamentos sobre estratégia na era digital.</description>
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		<title>Alguns pensamentos sobre redes sociais.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2010/03/26/alguns-pensamentos-sobre-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 21:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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Essa semana respondi algumas perguntas como parte do processo de seleção para uma vaga na área digital de uma empresa. Como o questionário não menciona nenhuma informação que possa identificar a empresa não vejo nenhum problema em compartilhar as perguntas, e claro, as minhas respostas. Acho que é uma boa oportunidade de colocar algumas das minhas opiniões sobre esse tema aqui no blog. 
UPDATE: O processo de seleção para a vaga terminou e eu fui o escolhido.  
1. Como você vê as oportunidades de participação das empresas nas redes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Essa semana respondi algumas perguntas como parte do processo de seleção para uma vaga na área digital de uma empresa. Como o questionário não menciona nenhuma informação que possa identificar a empresa não vejo nenhum problema em compartilhar as perguntas, e claro, as minhas respostas. Acho que é uma boa oportunidade de colocar algumas das minhas opiniões sobre esse tema aqui no blog. </p>
<p>UPDATE: O processo de seleção para a vaga terminou e eu fui o escolhido. <img src='http://www.ligaweb.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>1. Como você vê as oportunidades de participação das empresas nas redes sociais?</strong></p>
<p>Esse é um excelente momento para as empresas desenvolverem estratégias nas redes sociais oferecendo algo de valor, seja ele conteúdo, serviço ou entretenimento. Através das redes sociais é possível criar verdadeiros vínculos de relacionamento com seus consumidores, através de um diálogo franco e transparente. É a transformação de um relacionamento meramente transacional e impessoal para algo realmente passional, constante e mais próximo.</p>
<p><strong>2. Quais você considera que são as principais questões éticas que as empresas devem levar em consideração ao se relacionar nas redes sociais?</strong></p>
<p>Há cada vez menos espaço para empresas preocupadas apenas com o lucro. É essencial que as empresas tenham a visão do chamado &#8220;Triple Bottom Line&#8221;:</p>
<p><em>Profit &#8211; People &#8211; Planet</em></p>
<p>Estes 3 pilares principais devem fazer parte da cultura das empresas e por consequência nortear toda a comunicação dentro das redes sociais.</p>
<ul>
<li>Profit &#8211; Ser uma empresa que busca o lucro sem deixar de lado a transparência e a ética nos negócios;</li>
<li>People &#8211; Adotar a responsabilidade social em seu termo mais amplo, valorizando e respeitando todas as pessoas (não apenas clientes, funcionários e fornecedores) e incentivando trabalhos sociais;</li>
<li>Planet &#8211; Ter a preocupação com a sustentabilidade e responsabilidade sócio-ambiental (dentro e fora da cadeia produtiva), contribuindo para a conscientização de funcionários, fornecedores e toda a comunidade.</li>
</ul>
<p><strong>3. Você acredita que as redes sociais podem ser, além de ferramentas de comunicação, boas oportunidades de geração de negócios? Exemplifique.</strong></p>
<p>Com certeza. As redes sociais são excelentes oportunidades para geração de negócios. Um exemplo que posso citar é o caso da Dell, que no Brasil vendeu mais de US$ 800 mil com a ajuda do twitter. Temos também exemplo de empresas que utilizaram as redes sociais para buscar melhorias e inovação em seus produtos e serviços, recebendo sugestões e críticas de clientes, como por exemplo os projetos &#8220;My Starbucks Ideas&#8221; e &#8220;Dell Ideas Storm&#8221;. Mas acredito que o maior retorno que uma empresa pode ter ao adotar uma boa estratégia nas redes sociais é a valorização da sua marca, pois a moeda de maior valor na internet é a reputação.</p>
<p><strong>4. Quais são, na sua opinião, os principais pecados que uma empresa pode cometer ao criar uma estratégia de relações públicas focada em redes sociais?</strong></p>
<p>Acredito que a maneira mais fácil de responder essa questão seja reforçando os pontos essenciais que devem nortear uma boa estratégia de RP. Não respeitar esses pontos essencias é certeza de fracasso.</p>
<ul>
<li>1. Seja autêntico. Não adianta tentar ser alguém que você não é, pois as pessoas perceberão rapidamente.</li>
<li>2. Compartilhe. A essência da internet, mesmo antes do surgimento das redes sociais, sempre foi a troca de informação e conhecimento. Compartilhe-os</li>
<li>3. Ouça. Aprender a ouvir antes de falar é fundamental, pois só assim você terá certeza de espalhar conteúdo de valor e relevância.</li>
<li>4. Assuma seus erros. Ninguém é perfeito, e por consequência nenhuma empresa é. Aprendar a assumir seus erros (e consertá-los) e você terá clientes mais fiéis.</li>
</ul>
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		<title>Como será a publicidade daqui a 10 anos?</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2010/03/09/como-sera-a-publicidade-daqui-a-10-anos/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Headline]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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Eu me lembro bem que quando era criança ficava pensando no futuro &#8211; como seria quando eu fizesse 18 anos, que faculdade iria escolher, que profissão iria ter, onde iria morar, etc. Brincar com o futuro é um exercício divertido e de quebra pode trazer alguns bons insights. O mais legal de pensar no futuro é a gente poder misturar fatos e sonhos.
Pensando nisso tudo eu resolvi brincar um pouco e escrever como eu acho que será a publicidade daqui a 10 anos. A palavra &#8220;brincadeira&#8221; não está aqui por ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><a href="http://www.flickr.com/photos/photospourvousilvousplait/139038153/"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2010/03/delorean-300x224.jpg" alt="DeLorean" title="Foto sob licença CC. Clique para vê-la no Flickr." width="300" height="224" class="alignright size-medium wp-image-426" /></a></p>
<p>Eu me lembro bem que quando era criança ficava pensando no futuro &#8211; como seria quando eu fizesse 18 anos, que faculdade iria escolher, que profissão iria ter, onde iria morar, etc. Brincar com o futuro é um exercício divertido e de quebra pode trazer alguns bons insights. O mais legal de pensar no futuro é a gente poder misturar fatos e sonhos.</p>
<p>Pensando nisso tudo eu resolvi brincar um pouco e escrever como eu acho que será a publicidade daqui a 10 anos. A palavra &#8220;brincadeira&#8221; não está aqui por acaso. Não tenho pretensão nenhuma de querer acertar o futuro. Quero apenas brincar com essa salada de informação que está na minha cabeça. Já é difícil acertar um cenário para daqui a 3 anos, então não vamos levar tão a sério essa brincadeira.</p>
<p>Muita coisa tem acontecido simultaneamente na publicidade e não é difícil a gente visualizar vários caminhos possíveis pra ela, mas eu aposto em 4 pilares principais:</p>
<p><strong>Redes Sociais</strong><br />
Acho que qualquer profissional de comunicação minimamente antenado com o mercado publicitário sabe que a credibilidade da propaganda tradicional está caindo ano a ano. Por outro lado temos presenciado um número cada vez maior de campanhas bem sucedidas envolvendo as redes sociais. O consumidor quer menos promessa e mais ação. Quer diálogo.</p>
<p>A internet deu à conversa boca-a-boca alcance global e isso deixou visível algo que sempre foi verdade mas que não era tão claro: o controle que o consumidor tem sobre as marcas. As empresas precisam e podem contribuir muito nas redes sociais oferecendo algo de valor seja ele conteúdo, serviço ou entretenimento. Participação e colaboração são duas palavras obrigatórias.</p>
<p><strong>Marketing voltado para produtos e serviços</strong><br />
Sabendo que as pessoas estão sobrecarregadas de informação e cada vez mais ignorando as mensagens publicitárias, acredito que o marketing aplicado na criação de melhores produtos e serviços ao invés de soluções em propaganda tende a crescer cada vez mais. O produto é sempre mais interessante do que a propaganda. Investir na melhoria de produtos e serviços está mais próximo da realidade do negócio do cliente que a comunicação por si só.</p>
<p>Além disso, a estratégia voltada à melhoria de produtos e serviços tem um potencial para geração de negócios muito maior a longo prazo do que a propaganda. E claro, bons produtos sempre trazem valor à marca. A agência que tem feito isso com muita competência é a <a href="http://www.zeusjones.com/" target="_blank">Zeus Jones</a>.</p>
<p><strong>Neuromarketing</strong><br />
O casamento do marketing com a ciência está dando os primeiros passos mas é provável que nos próximos 10 anos ele traga muitas informações valiosas. Basta pesquisar sobre o assunto para ver o potencial que o neuromarketing tem de revolucionar a forma como a gente faz publicidade. Pra quem quer aprender sobre o assunto recomendo começar lendo os livros do <a href="http://www.martinlindstrom.com/" target="_blank">Martin Lindstrom</a>.</p>
<p><strong>Planejamento de Conexões</strong><br />
Esse assunto já rendeu <a href="http://www.ligaweb.com.br/2010/01/09/planejamento-de-conexoes/" target="_blank">um post aqui no blog</a>. A idéia de pensar a mídia como parte do processo criativo e não apenas como um veículo para a informação é bastante interessante na minha visão porque permite potencializar os pontos de interação com o consumidor. O planejamento de conexões na minha percepção tem relação direta com os outros 3 pilares.</p>
<p>Além desses 4 pilares que citei acho que vale a pena falar sobre como as agências deverão mudar a maneira de cobrar pelos seus serviços, em especial aqui no Brasil. O trabalho da agência tende a ser cada vez mais de parceria nos negócios e por isso acredito que seja necessário estreitar o relacionamento entre agencia e cliente. As agências deverão cobrar do cliente uma participação sobre os lucros (como já vem acontecendo lá fora) ao invés de ganhar na mídia.</p>
<p>E você? Como acha que vai ser a publicidade daqui a 10 anos? Mande suas ideias.</p>
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		<title>Criação e Inovação no InterCon 2009.</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 19:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
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Estive no último sábado no InterCon 2009 conferindo as palestras da área de Criação e Inovação e gostei muito do que vi por lá. O mais impressionante foi ver como todos os palestrantes tocaram em 2 pontos que foram o denominador comum. Colaboração e Compartilhamento.
Tive a oportunidade de ver e rever alguns projetos que viraram cases no mercado, e notar em todos eles a enorme quantidade de profissionais envolvidos, e como cada um deles foi fundamental para o resultado final.
O pessoal da Colméia (@dudex, @passamani, @jmmkazi) bateu forte nas questões ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/11/intercon.gif"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/11/intercon-300x266.gif" alt="intercon" title="intercon" width="300" height="266" class="alignright size-medium wp-image-299" /></a></p>
<p>Estive no último sábado no <a href="http://www.intercon2009.com/">InterCon 2009</a> conferindo as palestras da área de Criação e Inovação e gostei muito do que vi por lá. O mais impressionante foi ver como todos os palestrantes tocaram em 2 pontos que foram o denominador comum. Colaboração e Compartilhamento.</p>
<p>Tive a oportunidade de ver e rever alguns projetos que viraram cases no mercado, e notar em todos eles a enorme quantidade de profissionais envolvidos, e como cada um deles foi fundamental para o resultado final.</p>
<p>O pessoal da <a href="http://www.colmeia.tv/blog/">Colméia</a> (<a href="http://twitter.com/dudex">@dudex</a>, <a href="http://twitter.com/passamani">@passamani</a>, <a href="http://twitter.com/jmmkazi">@jmmkazi</a>) bateu forte nas questões de <a href="http://www.slideshare.net/eduardo.camargo/colmeia-credenciais-set09">adaptação, colaboração, multidisciplinaridade e cultura open source</a>. Vale lembrar algumas frases ditas por eles como <em>“Estamos falando de orquestra. Não podemos mais falar de solo (&#8230;) E o que interessa é como reger a idéia”</em> e <em>&#8220;Idéia é mato, se não espalhar morre.&#8221;</em></p>
<p>O pessoal do <a href="http://laboratorio.us/">laboratorio.us</a> mostrou o imenso potencial de idéias e oportunidades que existem além do browser, celular ou desktop, mostrando alguns experimentos bem bacanas e aproveitando para divulgar o lançamento da empresa Jurema (não achei o link do site. Alguém tem?). O Leonardo Dias (<a href="http://twitter.com/diasleo">@diasleo</a>) da <a href="http://www.taxilabs.com.br/">Taxi.Labs</a> mostrou o projeto do game Transformers II que foi inteiramente executado e entregue em 3 semanas graças ao envolvimento de toda a equipe que se dedicou integralmente ao projeto.</p>
<p>O Fábio Sasso (<a href="http://twitter.com/abduzeedo">@abduzeedo</a>) mostrou com sua assustadora simplicidade que o sucesso de <a href="http://abduzeedo.com/">seu blog</a> é resultado do compartilhamento de todo seu conteúdo. O Maurício Mota (<a href="http://twitter.com/maumota">@maumota</a>) da <a href="http://www.thealchemists.com/">The Alchemists</a> mostrou o caminho que algumas marcas estão tomando no sentido de criar e se apropriar de histórias e mostrou o cenário atual do transmedia storytelling.</p>
<p>Na parte da tarde as palestras que mais me chamaram a atenção foram as do <a href="http://horaciosoares.blogspot.com/">Horácio Soares</a>, que mostrou a importância de lembrarmos sempre da questão da acessibilidade em todo e qualquer projeto digital, e do Leonardo Naressi (<a href="http://twitter.com/LeoNaressi">@LeoNaressi</a>) que falou sobre a necessidade de se analisar as métricas de forma correta, com foco nas pessoas.</p>
<p>Mas os momentos mais importantes do evento foram &#8211; não por acaso &#8211; as palestras de Raphael Vasconcellos (<a href="http://twitter.com/raphav">@raphav</a>) e Luli Radfahrer (<a href="http://twitter.com/radfahrer">@radfahrer</a>), os curadores da área de Criação e Inovação.</p>
<p>O Raphael jogou para a platéia a pergunta <em>&#8220;Qual é o tamanho da ficha técnica de uma idéia?&#8221;</em> para mostrar que hoje em dia caiu por terra a idéia de um grande criativo responsável pelas melhores idéias (aliás, a própria idéia de &#8220;ficha técnica&#8221; me parece arcaica demais). Hoje o trabalho em equipe gera os melhores resultados.</p>
<p>E pra comprovar essa tese ele trouxe uma campanha que nasceu de uma conversa entre ele e uma pessoa da equipe sobre uma idéia para um banner. Essa idéia evoluiu com a participação de outras pessoas, e virou um das campanhas mais sensacionais que eu conheço, a <a href="http://www.uniquetypes.cc/">http://www.uniquetypes.cc/</a>. O Fábio Sasso do Abuzeedo já <a href="http://abduzeedo.com/unique-types-fonts-inspired-children-physical-disabilities">fez um excelente post sobre isso</a>.</p>
<p>E para encerrar o evento, o <a href="http://www.luli.com.br">Luli</a> fez uma excelente apresentação que dispensa qualquer comentário. <a href="http://vimeo.com/7494457">Assista o vídeo</a> feito pelo <a href="http://www.guanabara.info/">Gustavo Guanabara</a>.</p>
<p>Só lamento muito que apenas profissionais das agências estejam participando de eventos desse nível. Esse é o tipo de informação que precisa chegar também aos clientes. Afinal de contas não adianta falarmos apenas para nós mesmos.</p>
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		<title>A obsolescência programada.</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
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Em tempos de paradoxos uma das tendências que mais salta aos nossos olhos é a da transitoriedade. Você certamente já deve ter tido a sensação que vou descrever. Durante dias (ou até meses) desejou muito um determinado produto e, assim que comprou, a vontade de tê-lo foi embora.
A velocidade dos tempos modernos mudou nossa relação de posse. Vivemos hoje na era do transitório e efêmero. Mais importante do que ter, é estar sempre com o novo, o original.
Hoje é possível alugar desde móveis e roupas de bebê até bolsas de ...]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ferrari.png"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ferrari-300x192.png" alt="ferrari" title="ferrari" width="300" height="192" class="alignright size-medium wp-image-282" /></a></p>
<p>Em tempos de paradoxos uma das tendências que mais salta aos nossos olhos é a da transitoriedade. Você certamente já deve ter tido a sensação que vou descrever. Durante dias (ou até meses) desejou muito um determinado produto e, assim que comprou, a vontade de tê-lo foi embora.</p>
<p>A velocidade dos tempos modernos mudou nossa relação de posse. Vivemos hoje na era do transitório e efêmero. Mais importante do que ter, é estar sempre com o novo, o original.</p>
<p>Hoje é possível alugar desde móveis e roupas de bebê até bolsas de grife, mansões e carros superesportivos. Outros exemplos mais comuns são as <em>popup stores</em> e os produtos de edição limitada. As empresas mais atentas a esta tendência já trabalham melhor com o conceito de absolescência programada.</p>
<p>A pergunta que fica é: Será que esse comportamento também irá se refletir no ambiente digital ou será que &#8211; pelo fato de quase tudo ser de graça para nós usuários &#8211; seremos mais fiéis?</p>
<p><em>Post inspirado no livro <a href="http://www.jacotei.com.br/produtos/index/648015&#038;marcaid=">Desejos Contemporâneos</a> da Beth Furtado.</em></p>
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		<title>Novo estudo IBOPE sobre hábitos de consumo de mídia.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/10/27/novo-estudo-ibope-sobre-habitos-de-consumo-de-midia/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 13:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
			
				
			
		

O IBOPE disponibilizou este mês um estudo sobre hábitos de consumo de mídia na era da convergência. Eu já tinha baixado o pdf desde a semana passada, mas por falta de tempo não tinha conseguido ler com mais calma.
Além das informações que a gente já está acostumado a ler quase que diariamente (consumidor interagindo, produzindo conteúdo, consumindo várias mídias simultameamente, etc, etc) o estudo traça 4 perfis principais baseados em 2 vetores &#8211; Informação e Tecnologia &#8211; e mostra as diferenças de hábitos desses perfis. Algumas das informações mais interessantes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ibope.png"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ibope-300x281.png" alt="ibope" title="ibope" width="300" height="281" class="alignleft size-medium wp-image-273" /></a></p>
<p>O IBOPE disponibilizou este mês um estudo sobre hábitos de consumo de mídia na era da convergência. Eu já tinha baixado o pdf desde a semana passada, mas por falta de tempo não tinha conseguido ler com mais calma.</p>
<p>Além das informações que a gente já está acostumado a ler quase que diariamente (consumidor interagindo, produzindo conteúdo, consumindo várias mídias simultameamente, etc, etc) o estudo traça 4 perfis principais baseados em 2 vetores &#8211; Informação e Tecnologia &#8211; e mostra as diferenças de hábitos desses perfis. Algumas das informações mais interessantes são:</p>
<ul>
<li>Perfis diferentes procuram conteúdos diferentes para cada mídia.</li>
<li>A qualidade da informação sobrepõe a preferência por uma plataforma específica. O conteúdo torna-se o grande protagonista, independente da plataforma na qual está exposto.</li>
<li>Os meios de comunicação são essenciais na era da informação e a sinergia entre eles é<br />
fundamental.</li>
<li>A maioria das pessoas prefere acessar um meio por vez. Porém, o consumo simultâneo de mídia é<br />
inevitável e já faz parte da rotina de uma parcela considerável da população.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.ibope.com/conectmidia/estudo/index.html">Veja aqui o estudo completo do IBOPE Conectmídia</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Houston, we have an opportunity.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/10/06/houston-we-have-an-opportunity/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 21:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[slideshare]]></category>

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		<description><![CDATA[
			
				
			
		
We need a new idea about ideas
Essa é mais uma daquelas apresentações que nos refrescam com algumas informações essenciais para quem quer entender as mudanças na publicidade, no marketing, e principalmente no comportamento humano.
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			</a>
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<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1762741"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/garethk/we-need-a-new-idea-about-ideas" title="We need a new idea about ideas">We need a new idea about ideas</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=masterdeck-090724051140-phpapp02&#038;rel=0&#038;stripped_title=we-need-a-new-idea-about-ideas" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=masterdeck-090724051140-phpapp02&#038;rel=0&#038;stripped_title=we-need-a-new-idea-about-ideas" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></div>
<p>Essa é mais uma daquelas apresentações que nos refrescam com algumas informações essenciais para quem quer entender as mudanças na publicidade, no marketing, e principalmente no comportamento humano.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A psicologia da escolha.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/09/22/a-psicologia-da-escolha/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
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		<category><![CDATA[neurociencia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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Estava fuçando nos meus feeds e cai neste artigo da Sandy Marsh onde ela comenta sobre um podcast que aborda um dos assuntos que mais me fascina, a psicologia da escolha. Na minha visão esse é um dos pontos fundamentais para qualquer profissional de marketing e planejamento. Entender como acontece o processo de escolha na cabeça dos consumidores.
A primeira parte do programa começa com Barry Schwartz comentando sobre a vantagem que as pessoas mais impulsivas tem sobre as mais racionais nos processos de escolha, pois segundo ele os impulsivos tendem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/hotreactor/36171416/"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/choice-300x196.jpg" alt="foto sob licença Creative Commons" title="" width="300" height="196" class="alignleft size-medium wp-image-169" /></a></p>
<p>Estava fuçando nos meus feeds e cai <a href="http://threeminds.organic.com/2009/09/the_psychology_of_choice.html">neste artigo da Sandy Marsh</a> onde ela comenta sobre um podcast que aborda um dos assuntos que mais me fascina, a psicologia da escolha. Na minha visão esse é um dos pontos fundamentais para qualquer profissional de marketing e planejamento. Entender como acontece o processo de escolha na cabeça dos consumidores.</p>
<p>A primeira parte do programa começa com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Barry_Schwartz">Barry Schwartz</a> comentando sobre a vantagem que as pessoas mais impulsivas tem sobre as mais racionais nos processos de escolha, pois segundo ele os impulsivos tendem a fazer escolhas que são mais satisfatórias.  Aliás, aqui vale um parêntese. Se você não conhece Barry Schwartz precisa assistir essa palestra dele, <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=6127548813950043200#">Paradox of Choice</a>.</p>
<p>Na sequência, <a href="http://www.jonahlehrer.com/about">Jonah Lehrer</a> fala sobre a pesquisa do psicólogo americano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_A._Miller">George Miller</a>, &#8220;The Magical Number Seven, Plus or Minus Two&#8221;, feita na década de 50 e que ficou conhecida como Lei de Miller. Segundo ele, o ser humano médio tem capacidade para armazenar cerca de sete pequenos pedaços de informação na chamada &#8220;memória de curto prazo&#8221; (aquela memória que acessamos frequentemente), em determinado momento. Resumidamente é isso, mas você pode <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_A._Miller#O_n.C3.BAmero_m.C3.A1gico_sete">conferir na Wikipedia mais detalhes</a>.</p>
<p>A outra pesquisa comentada no podcast foi feita pelo professor de Marketing <a href="https://gsbapps.stanford.edu/facultyprofiles/biomain.asp?id=44749209">Baba Shiv</a> e funcionava da seguinte forma. Era solicitado a cada participante que memorizasse um número impresso em um cartão (não havia limite de tempo pra isso) e em seguida que se dirigisse a outra sala para repetir os números memorizados. O que os participantes não sabiam é que nem todos receberiam os mesmos números. Um grupo teria que memorizar um número de 7 dígitos e o outro grupo um número de 2 dígitos.</p>
<p>Depois que o participante memorizava o número ele se dirigia a outra sala para poder repetir os números memorizados. No corredor, entre uma sala e outra, o participante era interrompido por uma pessoa que lhe oferecia um lanche. Ele poderia escolher entre um pedaço de bolo de chocolate ou uma tigela com salada de frutas.</p>
<p>Essa é a parte curiosa da pesquisa. O grupo que havia memorizado o número de apenas 2 dígitos escolhia com muito mais frequência a salada de frutas (escolha racional), enquanto o outro grupo, do número de 7 dígitos, optava pelo bolo de chocolate (escolha emocional).</p>
<p>A teoria para esse resultado é de que nosso cérebro parece ser anatomicamente organizado em 2 &#8220;sistemas&#8221;, racional e emocional, e que estes &#8220;dois cérebros&#8221; estão constantemente disputando nossa atenção, principalmente em situações onde há uma escolha difícil a se fazer. Em situações onde o lado racional do cérebro está ocupado, o lado emocional se sobressai com maior facilidade, como no caso do grupo de pessoas que tiveram que memorizar o número de 7 dígitos.</p>
<p>Um outro estudo surpreendente quebrou um mito que existia na minha cabeça (o mito de que a indecisão é resultado da &#8220;guerra&#8221; entre os lados racional e emocional do cérebro) e acredito que ele exista na cabeça de muita gente.</p>
<p>O professor de Psicologia da USC, <a href="http://college.usc.edu/cf/faculty-and-staff/faculty.cfm?pid=1008327&#038;CFID=6662442&#038;CFTOKEN=96431606">Antoine Bechara</a> contou o caso de um cidadão chamado Elliot, um contador que após ter um tumor removido do seu cérebro se tornou inteiramente racional e incapaz de expressar ou sentir qualquer emoção. Apenas com o lado racional funcionando, ele ficou incapaz de tomar as decisões mais simples a ponto de, por exemplo, levar meia hora pra decidir se assinaria um contrato com uma caneta azul ou preta. A consequência disso foi um desastre na vida pessoal, profissional e financeira.</p>
<p>A conclusão do estudo você já deve ter entendido. Em uma situação onde as escolhas são muito parecidas o lado racional sozinho pouco pode fazer para ajudar e precisamos contar com a ajuda do lado emocional, pois sem ele não chegamos a nenhuma decisão.</p>
<p>O podcast é excelente (sem dúvida o melhor podcast que ouvi esse ano) e está dividido em trechos pra facilitar. Coloquei aqui alguns dos pontos mais interessantes <a href="http://www.wnyc.org/shows/radiolab/episodes/2008/11/14">mas não deixe de escutar</a> o programa todo, pois vale muito a pena.</p>
<p>O que fica claro pra mim é a necessidade cada vez maior de procurar informações no campo de estudo da psicologia e da neurociência para entender como a emoção e a razão afetam as decisões de consumo. Sabendo que hoje temos tecnologia facilmente acessível, o que torna os produtos e serviços praticamente iguais, resta às marcas saberem como ativar o lado emocional do cérebro.</p>
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		<title>Experiências de compra.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/08/26/experiencias-de-compra/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 02:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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Estava dando uma olhada no relatório WebShoppers 20, que traz os números do e-commerce brasileiro no primeiro semestre de 2009. Já foram faturados R$ 4,8 bilhões, o que representa um crescimento de 27% em relação ao mesmo período do ano passado.
O ticket médio está em R$ 323 e a previsão é que chegue a R$ 327 até o fim do ano. Apesar da crise ter afetado o setor, ele continua em crescimento e com previsões bastante otimistas. A previsão é fechar o ano ultrapassando a marca dos 10,5 bilhões de ...]]></description>
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			</a>
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<p><a href="http://www.flickr.com/photos/cmiper/25822676/"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dinheiro.jpg" alt="Foto sob licença Creative Commons" title="dinheiro" width="300" height="288" class="size-full wp-image-89" /></a></p>
<p>Estava dando uma olhada no relatório <a href="http://www.slideshare.net/1stcomcomunicacao/webshoppers-20-edio">WebShoppers 20</a>, que traz os números do e-commerce brasileiro no primeiro semestre de 2009. Já foram faturados R$ 4,8 bilhões, o que representa um crescimento de 27% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>O ticket médio está em R$ 323 e a previsão é que chegue a R$ 327 até o fim do ano. Apesar da crise ter afetado o setor, ele continua em crescimento e com previsões bastante otimistas. A previsão é fechar o ano ultrapassando a marca dos 10,5 bilhões de reais.</p>
<p>E o brasileiro continua consumindo cada vez mais pela internet. Mais de 15 milhões de pessoas já tiveram pelo menos uma experiência de compra online, sendo que 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual.</p>
<p>Porque o e-commerce cresce tanto? Preços melhores? Facilidade para conhecer o produto, comparar preços, saber sobre a experiência de outros compradores? Enfim, será que a experiência de compra online é tão melhor que a encontrada na loja física?</p>
<p>Tudo indica que o brasileiro reconhece cada vez mais as vantagens e facilidades da compra pela internet, e que as lojas físicas precisarão repensar profundamente em como continuar atraindo consumidores, criando diferenciais que sejam realmente atrativos. E a resposta está provavelmente nas pessoas que trabalham nestas lojas.</p>
<p>A Mônica Sabino da <a href="http://www.brandgame.com.br/">Brandgame</a> levantou uma questão fundamental em seu blog, que é justamente <a href="http://monicasabino.wordpress.com/2009/08/14/discovering-wow/">a experiência de compra &#8220;wow&#8221;</a> na loja física (aquela experiência que nos surpreende muito positivamente). O artigo aponta para um relatório canadense sobre <a href="http://www.retailcouncil.org/research/DiscoveringWOW_June2009.pdf">experiência do <em>shopper</em> no varejo</a> (pdf), e mostra que grandes experiências de compra são uma combinação de vários fatores, conforme a própria Mônica resumiu:</p>
<blockquote><p>O que define uma experiência de <em>shopper</em> que encanta são interações humanas – educação, cuidado, informação de qualidade, interesse, ouvir, paciência, solução de problemas. O que encanta sempre é a interação com outro ser humano…</p></blockquote>
<p>Portanto, se você tem um comércio &#8220;real&#8221;, é melhor começar a se preocupar. E vale lembrar que não entrei na questão do tempo gasto pra ir até a loja, do stress no trânsito, e do gasto com gasolina,  estacionamento, o medo da violência, etc. Mas pode ter certeza que cada vez mais o consumidor irá levar isso em conta antes de sair de casa.</p>
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		<title>O Imaterial.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/08/19/o-imaterial/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 02:41:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
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Como todo profissional que trabalha com planejamento sempre procuro ler muito. Além de acompanhar o que acontece no mercado de comunicação, a leitura mais &#8220;acadêmica&#8221; é sempre um hábito fundamental.
No meu caso não me limito apenas à leitura do assunto planejamento, mas busco conhecimento em todas as áreas que possam trazer novos insights e novos entendimentos sobre o comportamento humano. Compreender as pessoas é o fundamental.
O título deste post é o nome de um livro escrito pelo sociólogo austríaco André Gorz.
Neste livro, o autor faz uma análise do capitalismo, que ...]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/andre-gorz.jpg"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/08/andre-gorz-300x233.jpg" alt="andre-gorz" title="andre-gorz" width="300" height="233" class="alignleft size-medium wp-image-95" /></a></p>
<p>Como todo profissional que trabalha com planejamento sempre procuro ler muito. Além de acompanhar o que acontece no mercado de comunicação, a leitura mais &#8220;acadêmica&#8221; é sempre um hábito fundamental.</p>
<p>No meu caso não me limito apenas à leitura do assunto planejamento, mas busco conhecimento em todas as áreas que possam trazer novos insights e novos entendimentos sobre o comportamento humano. Compreender as pessoas é o fundamental.</p>
<p>O título deste post é o nome de um livro escrito pelo sociólogo austríaco <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Gorz">André Gorz</a>.</p>
<p>Neste livro, o autor faz uma análise do capitalismo, que passa por um momento de transformação fundamental. Do capitalismo moderno (que valoriza o chamado capital fixo) para o pós-moderno (centrado no capital &#8220;imaterial&#8221;).</p>
<p>Citarei alguns trechos do livro, mas antes algumas definições rápidas:</p>
<ol>
<li><strong>Capital humano</strong> &#8211; A forma de saber que não é substituível, nem formalizável (experiência, discernimento, capacidades de organização e comunicação, etc.)</li>
<li><strong>Capital conhecimento</strong> &#8211; É o conhecimento passível de formalização, que pode ser  multiplicado quase sem custos na forma de software e utilizado em máquinas.</li>
</ol>
<p>Neste processo de transformação do capitalismo, a tecnologia e a informatização tem um papel determinante pois transformaram o capital conhecimento em <em>commodity</em> e valorizaram o capital humano.</p>
<blockquote><p> O valor encontra hoje sua fonte na <em>inteligência</em> e na <em>imaginação</em>. O <em>saber </em>do indivíduo conta mais que o tempo da máquina. O homem, carregando consigo seu próprio capital, carrega igualmente uma parte do capital da empresa. </p></blockquote>
<p>Em outras palavras, o fator imaterial dos produtos é mais importante do que o produto material em si. O reflexo disso é que empresas passaram a alugar o capital fixo material como prédios, máquinas e instalações. O livro cita a Nike como exemplo, que restringe suas atividades à concepção e design dos produtos, terceirizando fabricação, distribuição, marketing e todo o restante.</p>
<p>Mas o ponto fundamental do livro é justamente sobre a análise da crise do conceito de valor:</p>
<blockquote><p>A heterogeneidade das atividades de trabalho ditas &#8220;cognitivas&#8221;, dos produtos imateriais que elas criam e das capacidades e saberes que elas implicam, torna imensuráveis tanto o valor das forças de trabalho quanto o dos seus produtos. (&#8230;) A crise da medição do valor põe em crise a definição da essência do valor. Ela põe em crise, por consequência, o sistema das equivalências que regula as trocas comerciais.</p></blockquote>
<p>Na sequência o autor aborda o interesse dos investidores da Bolsa de Valores pelos &#8220;ativos imateriais&#8221; que aumenta a partir da segunda metade da década de 90 até a quebra das bolsas em 2001-2002, traçando uma relação direta entre o estouro da bolha e a dificuldade em se designar um valor para ativos não permutáveis no mercado.</p>
<p>E conclui:</p>
<blockquote><p> A quebra das bolsas de 2001-2002 em primeiro lugar não provocou nenhuma depressão, mas também tampouco nenhum &#8220;saneamento&#8221;. Em 2003, começou a se formar uma nova bolha financeira que no futuro próximo conduzirá a uma nova quebra. O capitalismo caminha à beira do abismo, empurra uma montanha de dívidas nunca vista antes vista à sua frente&#8230;</p></blockquote>
<p>Não é minha intenção aqui tentar reduzir o conteúdo do livro a alguns parágrafos, até porque o livro trata de muitos outros assuntos dentro do mesmo tema, falando inclusive de software livre. E apesar do texto denso, o livro pode trazer algumas reflexões muito interessantes. É um livro pra ser lido e relido.</p>
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		<title>Converse com seu cliente.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2008/05/04/converse-com-seu-cliente/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 May 2008 05:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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David Armano liberou uma apresentação fantástica no slideshare chamada Micro-interactions. A apresentação fala por si só.
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.ligaweb.com.br%2F2008%2F05%2F04%2Fconverse-com-seu-cliente%2F"><br />
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			</a>
		</div>
<p><img src="http://img401.imageshack.us/img401/8867/armanoow9.jpg" alt="david armano" /></p>
<p>David Armano liberou uma apresentação fantástica no slideshare chamada <a href="http://www.slideshare.net/darmano/micro-interactions?src=embed" target="_blank">Micro-interactions</a>. A apresentação fala por si só.</p>
]]></content:encoded>
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