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	<title>Liga Web &#187; Comportamento</title>
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	<description>Pensamentos sobre estratégia na era digital.</description>
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		<title>Onde estará o seu foco em 2012?</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2011/12/30/onde-estara-o-seu-foco-em-2012/</link>
		<comments>http://www.ligaweb.com.br/2011/12/30/onde-estara-o-seu-foco-em-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 15:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Headline]]></category>
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Muita coisa aconteceu nesse tempo que este blog ficou parado. Agora, nesse fim de ano e com um pouco mais de tempo, aproveitei para tirar a poeira e retomar as atividades por aqui.
Quem me conhece sabe que me interesso por muitos assuntos. Sou formado em Publicidade e Propaganda, trabalhei como web designer, depois como Diretor de Arte, fiz pós em Planejamento e Marketing Digital. Essa mistura me fez entender os dois lados de um projeto: o criativo e o estratégico.
Esse ano tive a oportunidade de conhecer o Design Thinking, uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.ligaweb.com.br%2F2011%2F12%2F30%2Fonde-estara-o-seu-foco-em-2012%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.ligaweb.com.br%2F2011%2F12%2F30%2Fonde-estara-o-seu-foco-em-2012%2F&amp;source=gouvea&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Muita coisa aconteceu nesse tempo que este blog ficou parado. Agora, nesse fim de ano e com um pouco mais de tempo, aproveitei para tirar a poeira e retomar as atividades por aqui.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quem me conhece sabe que me interesso por muitos assuntos. Sou formado em Publicidade e Propaganda, trabalhei como web designer, depois como Diretor de Arte, fiz pós em Planejamento e Marketing Digital. Essa mistura me fez entender os dois lados de um projeto: o criativo e o estratégico.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Esse ano tive a oportunidade de conhecer o Design Thinking, uma “disciplina” com que me identifiquei muito, pois trabalha com alguns princípios em que acredito. Pra quem nunca ouviu falar aqui vai uma rápida explicação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O design thinking é uma abordagem bastante eficiente para a resolução de problemas complexos e tem como os pilares principais: Empatia (coloca as pessoas no centro do processo, abordando os problemas do ponto de vista de quem usa o serviço/produto), Co-criação (trabalha com o coletivo e a diversidade de pessoas para gerar ideias mais ricas e variadas) e Prototipagem (processo que testa as ideias selecionadas antes de serem de fato lançadas ao mercado)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Basta observar no dia-a-dia, seja através de revistas, jornais, TV, internet ou mesmo nas ruas, pra ver como as pessoas tem exigido cada vez mais das empresas valores como criatividade, inovação, transparência, sustentabilidade, responsabilidade social &#8211; além é claro de produtos e serviços que sejam relevantes e que gerem valor nas suas vidas. Dentro deste contexto, em um mercado que tem consumidores cada vez mais complextos e exigentes, vejo o design thinking como uma ferramenta fantástica.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E porque estou falando sobre tudo isso? Porque tenho muito claro o que eu busco para mim em 2012.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Meu objetivo é trazer essa visão de trabalho para meu dia-a-dia. Quero estar do lado de profissionais que entendam que tecnologia é commodity e que são as pessoas que fazem a diferença.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em tempos onde damos tanto destaque para as novas tecnologias, as pessoas estão ficando em segundo plano. Vamos mudar isso? Independentemente de estarmos falando de uma atitude no campo profissional ou pessoal, dê prioridade para as pessoas. Tenho certeza que podemos melhorar o mundo à nossa volta se fizermos essa pequena mudança em nosso modelo mental.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Que venha 2012! =)</div>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-513" title="Think outside the box" src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2011/12/think-outsideedited-300x300.jpg" alt="Think outside the box" width="300" height="300" /></p>
<p>Muita coisa aconteceu nesse tempo que este blog ficou parado. Agora, nesse fim de ano e com um pouco mais de tempo, aproveitei para tirar a poeira e retomar as atividades por aqui.</p>
<p>Quem me conhece sabe que me interesso por muitos assuntos. Sou formado em Publicidade e Propaganda, trabalhei como web designer, depois como Diretor de Arte, fiz pós em Planejamento e Marketing Digital. Essa mistura me fez entender os dois lados de um projeto: o criativo e o estratégico.</p>
<p>Esse ano tive a oportunidade de conhecer o Design Thinking, uma “disciplina” com que me identifiquei muito, pois trabalha com alguns princípios em que acredito. Pra quem nunca ouviu falar aqui vai uma rápida explicação.</p>
<p>O design thinking é uma abordagem bastante eficiente para a resolução de problemas complexos e tem como os pilares principais: Empatia (coloca as pessoas no centro do processo, abordando os problemas do ponto de vista de quem usa o serviço/produto), Co-criação (trabalha com o coletivo e a diversidade de pessoas para gerar ideias mais ricas e variadas) e Prototipagem (processo que testa as ideias selecionadas antes de serem de fato lançadas ao mercado)</p>
<p>Basta observar no dia-a-dia, seja através de revistas, jornais, TV, internet ou mesmo nas ruas, pra ver como as pessoas tem exigido cada vez mais das empresas valores como criatividade, inovação, transparência, sustentabilidade, responsabilidade social &#8211; além é claro de produtos e serviços que sejam relevantes e que gerem valor nas suas vidas.</p>
<p>Dentro deste contexto, em um mercado que tem consumidores cada vez mais complextos e exigentes, vejo o design thinking como uma ferramenta fantástica, pois ela possbilita levar ao mercado produtos e serviços mais inteligentes e realmente pensados para as pessoas.</p>
<p>E porque estou falando sobre tudo isso? Porque tenho muito claro o que eu busco para mim em 2012. Meu objetivo é trazer essa visão de trabalho para meu dia-a-dia. Quero estar do lado de profissionais que entendam que tecnologia é commodity e que são as pessoas que fazem a diferença. E porque não estender essa lente para a nossa vida pessoal?</p>
<p>Em tempos onde damos tanto destaque para as novas tecnologias, as pessoas estão ficando em segundo plano. Vamos mudar isso? Independentemente de estarmos falando de uma atitude no campo profissional ou pessoal, dê prioridade para as pessoas. Tenho certeza que podemos melhorar o mundo à nossa volta se fizermos essa pequena mudança em nosso modelo mental.</p>
<p>Que venha 2012! =)</p>
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		<title>Breakonsumers &#8211; os paradigmas de comportamento do consumidor brasileiro</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2010/09/27/breakonsumers-e-os-paradigmas-de-comportamento-do-consumidor-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 02:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
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Demorou um pouco mas consegui finalmente assitir o documentário produzido pelo pessoal da Limo Inc, o Breakonsumers. É um material rico e com insights fantásticos. Obrigatório pra qualquer profissional de marketing, comunicação, planejamento e branding.
O documentário traz informações importantes, principalmente sobre a classe C. Resolvi escrever aqui sobre alguns pontos que me chamaram mais a atenção:

A procura por qualidade e bom preço não é mais exclusividade das classes AB.
Existe uma aproximação no comportamento das classes AB e C. A classe C cada vez mais reproduz o comportamento das classes AB.
O ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.ligaweb.com.br%2F2010%2F09%2F27%2Fbreakonsumers-e-os-paradigmas-de-comportamento-do-consumidor-brasileiro%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.ligaweb.com.br%2F2010%2F09%2F27%2Fbreakonsumers-e-os-paradigmas-de-comportamento-do-consumidor-brasileiro%2F&amp;source=gouvea&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-501" title="breakonsumers" src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2010/09/breakonsumers-300x224.jpg" alt="breakonsumers" width="300" height="224" /></p>
<p>Demorou um pouco mas consegui finalmente assitir o documentário produzido pelo pessoal da <a href="http://www.limoinc.com.br">Limo Inc</a>, o <a href="http://vimeo.com/14994457">Breakonsumers</a>. É um material rico e com insights fantásticos. Obrigatório pra qualquer profissional de marketing, comunicação, planejamento e branding.</p>
<p>O documentário traz informações importantes, principalmente sobre a classe C. Resolvi escrever aqui sobre alguns pontos que me chamaram mais a atenção:</p>
<ul>
<li>A procura por qualidade e bom preço não é mais exclusividade das classes AB.</li>
<li>Existe uma aproximação no comportamento das classes AB e C. A classe C cada vez mais reproduz o comportamento das classes AB.</li>
<li>O traço comum entre os consumidores mais sofisticados e conscientes, independente da classe social ou idade é o interesse pela educação e o uso dela para alcançar qualquer tipo de mobilidade.</li>
<li>Dentro da, cada vez mais complexa, classe média foram detectados 3 principais grupos: Os Estáveis, Exigentes e Engajados.</li>
<li>Os Estáveis procuram fazer a manutenção do seu status quo. Procuram estabilidade no emprego, são ligados a valores familiares e não buscam grandes mudanças de vida.</li>
<li>Os Exigentes são instatisfeitos com o status quo. As pessoas desse grupo estão se aproveitando do momento econômico do país pra aumentar seu potencial de crescimento e consumo. São auto centradas (priorizam  crescimento pessoal), individualistas e tem pouco interesse em questões sociais. Fogem de todas as referências à pobreza.</li>
<li>Os Engajados veem a mobilidade como fator importante para sua transformação pessoal e também coletiva. Esse grupo busca constantemente por informação, educação e construção de uma carreira. Tem maior afinidade com consumo cultural e responsabilidade sócio ambiental.</li>
<li>O consumidor brasileiro se sente inseguro com relação a falta de conhecimento e informação sobre coisas do dia-a-dia. Sabedoria e cultura parecem ainda distantes.</li>
<li>Educação e cultura são as principais tendências na vida do brasileiro e a maior oportunidade para comunicação. Essa é uma oportunidade para as marcas agirem como parceiras, tornando a relação com o consumidor mais rica em diálogo e conteúdo.</li>
<li>O consumidor brasileiro está recebendo informação em excesso, mas falta orientação &#8211; Essa informação ao meu ver é uma das mais valiosas, pois deixa claro que as empresas tem muito trabalho a fazer.</li>
<li>O que vale pro consumidor de hoje é o que a marca faz de verdade e coloca ao alcance das suas mãos.</li>
</ul>
<p><a href="http://vimeo.com/14994457">Link para o Breakonsumers</a></p>
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		<item>
		<title>Alguns pensamentos sobre redes sociais.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2010/03/26/alguns-pensamentos-sobre-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.ligaweb.com.br/2010/03/26/alguns-pensamentos-sobre-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 21:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[RP]]></category>
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Essa semana respondi algumas perguntas como parte do processo de seleção para uma vaga na área digital de uma empresa. Como o questionário não menciona nenhuma informação que possa identificar a empresa não vejo nenhum problema em compartilhar as perguntas, e claro, as minhas respostas. Acho que é uma boa oportunidade de colocar algumas das minhas opiniões sobre esse tema aqui no blog. 
UPDATE: O processo de seleção para a vaga terminou e eu fui o escolhido.  
1. Como você vê as oportunidades de participação das empresas nas redes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Essa semana respondi algumas perguntas como parte do processo de seleção para uma vaga na área digital de uma empresa. Como o questionário não menciona nenhuma informação que possa identificar a empresa não vejo nenhum problema em compartilhar as perguntas, e claro, as minhas respostas. Acho que é uma boa oportunidade de colocar algumas das minhas opiniões sobre esse tema aqui no blog. </p>
<p>UPDATE: O processo de seleção para a vaga terminou e eu fui o escolhido. <img src='http://www.ligaweb.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>1. Como você vê as oportunidades de participação das empresas nas redes sociais?</strong></p>
<p>Esse é um excelente momento para as empresas desenvolverem estratégias nas redes sociais oferecendo algo de valor, seja ele conteúdo, serviço ou entretenimento. Através das redes sociais é possível criar verdadeiros vínculos de relacionamento com seus consumidores, através de um diálogo franco e transparente. É a transformação de um relacionamento meramente transacional e impessoal para algo realmente passional, constante e mais próximo.</p>
<p><strong>2. Quais você considera que são as principais questões éticas que as empresas devem levar em consideração ao se relacionar nas redes sociais?</strong></p>
<p>Há cada vez menos espaço para empresas preocupadas apenas com o lucro. É essencial que as empresas tenham a visão do chamado &#8220;Triple Bottom Line&#8221;:</p>
<p><em>Profit &#8211; People &#8211; Planet</em></p>
<p>Estes 3 pilares principais devem fazer parte da cultura das empresas e por consequência nortear toda a comunicação dentro das redes sociais.</p>
<ul>
<li>Profit &#8211; Ser uma empresa que busca o lucro sem deixar de lado a transparência e a ética nos negócios;</li>
<li>People &#8211; Adotar a responsabilidade social em seu termo mais amplo, valorizando e respeitando todas as pessoas (não apenas clientes, funcionários e fornecedores) e incentivando trabalhos sociais;</li>
<li>Planet &#8211; Ter a preocupação com a sustentabilidade e responsabilidade sócio-ambiental (dentro e fora da cadeia produtiva), contribuindo para a conscientização de funcionários, fornecedores e toda a comunidade.</li>
</ul>
<p><strong>3. Você acredita que as redes sociais podem ser, além de ferramentas de comunicação, boas oportunidades de geração de negócios? Exemplifique.</strong></p>
<p>Com certeza. As redes sociais são excelentes oportunidades para geração de negócios. Um exemplo que posso citar é o caso da Dell, que no Brasil vendeu mais de US$ 800 mil com a ajuda do twitter. Temos também exemplo de empresas que utilizaram as redes sociais para buscar melhorias e inovação em seus produtos e serviços, recebendo sugestões e críticas de clientes, como por exemplo os projetos &#8220;My Starbucks Ideas&#8221; e &#8220;Dell Ideas Storm&#8221;. Mas acredito que o maior retorno que uma empresa pode ter ao adotar uma boa estratégia nas redes sociais é a valorização da sua marca, pois a moeda de maior valor na internet é a reputação.</p>
<p><strong>4. Quais são, na sua opinião, os principais pecados que uma empresa pode cometer ao criar uma estratégia de relações públicas focada em redes sociais?</strong></p>
<p>Acredito que a maneira mais fácil de responder essa questão seja reforçando os pontos essenciais que devem nortear uma boa estratégia de RP. Não respeitar esses pontos essencias é certeza de fracasso.</p>
<ul>
<li>1. Seja autêntico. Não adianta tentar ser alguém que você não é, pois as pessoas perceberão rapidamente.</li>
<li>2. Compartilhe. A essência da internet, mesmo antes do surgimento das redes sociais, sempre foi a troca de informação e conhecimento. Compartilhe-os</li>
<li>3. Ouça. Aprender a ouvir antes de falar é fundamental, pois só assim você terá certeza de espalhar conteúdo de valor e relevância.</li>
<li>4. Assuma seus erros. Ninguém é perfeito, e por consequência nenhuma empresa é. Aprendar a assumir seus erros (e consertá-los) e você terá clientes mais fiéis.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como será a publicidade daqui a 10 anos?</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2010/03/09/como-sera-a-publicidade-daqui-a-10-anos/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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Eu me lembro bem que quando era criança ficava pensando no futuro &#8211; como seria quando eu fizesse 18 anos, que faculdade iria escolher, que profissão iria ter, onde iria morar, etc. Brincar com o futuro é um exercício divertido e de quebra pode trazer alguns bons insights. O mais legal de pensar no futuro é a gente poder misturar fatos e sonhos.
Pensando nisso tudo eu resolvi brincar um pouco e escrever como eu acho que será a publicidade daqui a 10 anos. A palavra &#8220;brincadeira&#8221; não está aqui por ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.ligaweb.com.br%2F2010%2F03%2F09%2Fcomo-sera-a-publicidade-daqui-a-10-anos%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.ligaweb.com.br%2F2010%2F03%2F09%2Fcomo-sera-a-publicidade-daqui-a-10-anos%2F&amp;source=gouvea&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/photospourvousilvousplait/139038153/"><img class="alignright size-medium wp-image-426" title="Foto sob licença CC. Clique para vê-la no Flickr." src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2010/03/delorean-300x224.jpg" alt="DeLorean" width="300" height="224" /></a></p>
<p>Eu me lembro bem que quando era criança ficava pensando no futuro &#8211; como seria quando eu fizesse 18 anos, que faculdade iria escolher, que profissão iria ter, onde iria morar, etc. Brincar com o futuro é um exercício divertido e de quebra pode trazer alguns bons insights. O mais legal de pensar no futuro é a gente poder misturar fatos e sonhos.</p>
<p>Pensando nisso tudo eu resolvi brincar um pouco e escrever como eu acho que será a publicidade daqui a 10 anos. A palavra &#8220;brincadeira&#8221; não está aqui por acaso. Não tenho pretensão nenhuma de querer acertar o futuro. Quero apenas brincar com essa salada de informação que está na minha cabeça. Já é difícil acertar um cenário para daqui a 3 anos, então não vamos levar tão a sério essa brincadeira.</p>
<p>Muita coisa tem acontecido simultaneamente na publicidade e não é difícil a gente visualizar vários caminhos possíveis pra ela, mas eu aposto em 4 pilares principais:</p>
<p><strong>Redes Sociais</strong><br />
Acho que qualquer profissional de comunicação minimamente antenado com o mercado publicitário sabe que a credibilidade da propaganda tradicional está caindo ano a ano. Por outro lado temos presenciado um número cada vez maior de campanhas bem sucedidas envolvendo as redes sociais. O consumidor quer menos promessa e mais ação. Quer diálogo.</p>
<p>A internet deu à conversa boca-a-boca alcance global e isso deixou visível algo que sempre foi verdade mas que não era tão claro: o controle que o consumidor tem sobre as marcas. As empresas precisam e podem contribuir muito nas redes sociais oferecendo algo de valor seja ele conteúdo, serviço ou entretenimento. Participação e colaboração são duas palavras obrigatórias.</p>
<p><strong>Marketing voltado para produtos e serviços</strong><br />
Sabendo que as pessoas estão sobrecarregadas de informação e cada vez mais ignorando as mensagens publicitárias, acredito que o marketing aplicado na criação de melhores produtos e serviços ao invés de soluções em propaganda tende a crescer cada vez mais. O produto é sempre mais interessante do que a propaganda. Investir na melhoria de produtos e serviços está mais próximo da realidade do negócio do cliente que a comunicação por si só.</p>
<p>Além disso, a estratégia voltada à melhoria de produtos e serviços tem um potencial para geração de negócios muito maior a longo prazo do que a propaganda. E claro, bons produtos sempre trazem valor à marca. A agência que tem feito isso com muita competência é a <a href="http://www.zeusjones.com/" target="_blank">Zeus Jones</a>.</p>
<p><strong>Neuromarketing</strong><br />
O casamento do marketing com a ciência está dando os primeiros passos mas é provável que nos próximos 10 anos ele traga muitas informações valiosas. Basta pesquisar sobre o assunto para ver o potencial que o neuromarketing tem de revolucionar a forma como a gente faz publicidade. Pra quem quer aprender sobre o assunto recomendo começar lendo os livros do <a href="http://www.martinlindstrom.com/" target="_blank">Martin Lindstrom</a>.</p>
<p><strong>Planejamento de Conexões</strong><br />
Esse assunto já rendeu <a href="http://www.ligaweb.com.br/2010/01/09/planejamento-de-conexoes/" target="_blank">um post aqui no blog</a>. A idéia de pensar a mídia como parte do processo criativo e não apenas como um veículo para a informação é bastante interessante na minha visão porque permite potencializar os pontos de interação com o consumidor. O planejamento de conexões na minha percepção tem relação direta com os outros 3 pilares.</p>
<p>Além desses 4 pilares que citei acho que vale a pena falar sobre como as agências deverão mudar a maneira de cobrar pelos seus serviços, em especial aqui no Brasil. O trabalho da agência tende a ser cada vez mais de parceria nos negócios e por isso acredito que seja necessário estreitar o relacionamento entre agencia e cliente. As agências deverão cobrar do cliente uma participação sobre os lucros (como já vem acontecendo lá fora) ao invés de ganhar na mídia.</p>
<p>E você? Como acha que vai ser a publicidade daqui a 10 anos? Mande suas ideias.</p>
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		<title>Criação e Inovação no InterCon 2009.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/11/09/criacao-e-inovacao-no-intercon-2009/</link>
		<comments>http://www.ligaweb.com.br/2009/11/09/criacao-e-inovacao-no-intercon-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Intercon09]]></category>
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Estive no último sábado no InterCon 2009 conferindo as palestras da área de Criação e Inovação e gostei muito do que vi por lá. O mais impressionante foi ver como todos os palestrantes tocaram em 2 pontos que foram o denominador comum. Colaboração e Compartilhamento.
Tive a oportunidade de ver e rever alguns projetos que viraram cases no mercado, e notar em todos eles a enorme quantidade de profissionais envolvidos, e como cada um deles foi fundamental para o resultado final.
O pessoal da Colméia (@dudex, @passamani, @jmmkazi) bateu forte nas questões ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><a href="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/11/intercon.gif"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/11/intercon-300x266.gif" alt="intercon" title="intercon" width="300" height="266" class="alignright size-medium wp-image-299" /></a></p>
<p>Estive no último sábado no <a href="http://www.intercon2009.com/">InterCon 2009</a> conferindo as palestras da área de Criação e Inovação e gostei muito do que vi por lá. O mais impressionante foi ver como todos os palestrantes tocaram em 2 pontos que foram o denominador comum. Colaboração e Compartilhamento.</p>
<p>Tive a oportunidade de ver e rever alguns projetos que viraram cases no mercado, e notar em todos eles a enorme quantidade de profissionais envolvidos, e como cada um deles foi fundamental para o resultado final.</p>
<p>O pessoal da <a href="http://www.colmeia.tv/blog/">Colméia</a> (<a href="http://twitter.com/dudex">@dudex</a>, <a href="http://twitter.com/passamani">@passamani</a>, <a href="http://twitter.com/jmmkazi">@jmmkazi</a>) bateu forte nas questões de <a href="http://www.slideshare.net/eduardo.camargo/colmeia-credenciais-set09">adaptação, colaboração, multidisciplinaridade e cultura open source</a>. Vale lembrar algumas frases ditas por eles como <em>“Estamos falando de orquestra. Não podemos mais falar de solo (&#8230;) E o que interessa é como reger a idéia”</em> e <em>&#8220;Idéia é mato, se não espalhar morre.&#8221;</em></p>
<p>O pessoal do <a href="http://laboratorio.us/">laboratorio.us</a> mostrou o imenso potencial de idéias e oportunidades que existem além do browser, celular ou desktop, mostrando alguns experimentos bem bacanas e aproveitando para divulgar o lançamento da empresa Jurema (não achei o link do site. Alguém tem?). O Leonardo Dias (<a href="http://twitter.com/diasleo">@diasleo</a>) da <a href="http://www.taxilabs.com.br/">Taxi.Labs</a> mostrou o projeto do game Transformers II que foi inteiramente executado e entregue em 3 semanas graças ao envolvimento de toda a equipe que se dedicou integralmente ao projeto.</p>
<p>O Fábio Sasso (<a href="http://twitter.com/abduzeedo">@abduzeedo</a>) mostrou com sua assustadora simplicidade que o sucesso de <a href="http://abduzeedo.com/">seu blog</a> é resultado do compartilhamento de todo seu conteúdo. O Maurício Mota (<a href="http://twitter.com/maumota">@maumota</a>) da <a href="http://www.thealchemists.com/">The Alchemists</a> mostrou o caminho que algumas marcas estão tomando no sentido de criar e se apropriar de histórias e mostrou o cenário atual do transmedia storytelling.</p>
<p>Na parte da tarde as palestras que mais me chamaram a atenção foram as do <a href="http://horaciosoares.blogspot.com/">Horácio Soares</a>, que mostrou a importância de lembrarmos sempre da questão da acessibilidade em todo e qualquer projeto digital, e do Leonardo Naressi (<a href="http://twitter.com/LeoNaressi">@LeoNaressi</a>) que falou sobre a necessidade de se analisar as métricas de forma correta, com foco nas pessoas.</p>
<p>Mas os momentos mais importantes do evento foram &#8211; não por acaso &#8211; as palestras de Raphael Vasconcellos (<a href="http://twitter.com/raphav">@raphav</a>) e Luli Radfahrer (<a href="http://twitter.com/radfahrer">@radfahrer</a>), os curadores da área de Criação e Inovação.</p>
<p>O Raphael jogou para a platéia a pergunta <em>&#8220;Qual é o tamanho da ficha técnica de uma idéia?&#8221;</em> para mostrar que hoje em dia caiu por terra a idéia de um grande criativo responsável pelas melhores idéias (aliás, a própria idéia de &#8220;ficha técnica&#8221; me parece arcaica demais). Hoje o trabalho em equipe gera os melhores resultados.</p>
<p>E pra comprovar essa tese ele trouxe uma campanha que nasceu de uma conversa entre ele e uma pessoa da equipe sobre uma idéia para um banner. Essa idéia evoluiu com a participação de outras pessoas, e virou um das campanhas mais sensacionais que eu conheço, a <a href="http://www.uniquetypes.cc/">http://www.uniquetypes.cc/</a>. O Fábio Sasso do Abuzeedo já <a href="http://abduzeedo.com/unique-types-fonts-inspired-children-physical-disabilities">fez um excelente post sobre isso</a>.</p>
<p>E para encerrar o evento, o <a href="http://www.luli.com.br">Luli</a> fez uma excelente apresentação que dispensa qualquer comentário. <a href="http://vimeo.com/7494457">Assista o vídeo</a> feito pelo <a href="http://www.guanabara.info/">Gustavo Guanabara</a>.</p>
<p>Só lamento muito que apenas profissionais das agências estejam participando de eventos desse nível. Esse é o tipo de informação que precisa chegar também aos clientes. Afinal de contas não adianta falarmos apenas para nós mesmos.</p>
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		<title>A obsolescência programada.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/11/04/a-obsolescencia-programada/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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Em tempos de paradoxos uma das tendências que mais salta aos nossos olhos é a da transitoriedade. Você certamente já deve ter tido a sensação que vou descrever. Durante dias (ou até meses) desejou muito um determinado produto e, assim que comprou, a vontade de tê-lo foi embora.
A velocidade dos tempos modernos mudou nossa relação de posse. Vivemos hoje na era do transitório e efêmero. Mais importante do que ter, é estar sempre com o novo, o original.
Hoje é possível alugar desde móveis e roupas de bebê até bolsas de ...]]></description>
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<p><a href="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ferrari.png"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ferrari-300x192.png" alt="ferrari" title="ferrari" width="300" height="192" class="alignright size-medium wp-image-282" /></a></p>
<p>Em tempos de paradoxos uma das tendências que mais salta aos nossos olhos é a da transitoriedade. Você certamente já deve ter tido a sensação que vou descrever. Durante dias (ou até meses) desejou muito um determinado produto e, assim que comprou, a vontade de tê-lo foi embora.</p>
<p>A velocidade dos tempos modernos mudou nossa relação de posse. Vivemos hoje na era do transitório e efêmero. Mais importante do que ter, é estar sempre com o novo, o original.</p>
<p>Hoje é possível alugar desde móveis e roupas de bebê até bolsas de grife, mansões e carros superesportivos. Outros exemplos mais comuns são as <em>popup stores</em> e os produtos de edição limitada. As empresas mais atentas a esta tendência já trabalham melhor com o conceito de absolescência programada.</p>
<p>A pergunta que fica é: Será que esse comportamento também irá se refletir no ambiente digital ou será que &#8211; pelo fato de quase tudo ser de graça para nós usuários &#8211; seremos mais fiéis?</p>
<p><em>Post inspirado no livro <a href="http://www.jacotei.com.br/produtos/index/648015&#038;marcaid=">Desejos Contemporâneos</a> da Beth Furtado.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novo estudo IBOPE sobre hábitos de consumo de mídia.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/10/27/novo-estudo-ibope-sobre-habitos-de-consumo-de-midia/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 13:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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O IBOPE disponibilizou este mês um estudo sobre hábitos de consumo de mídia na era da convergência. Eu já tinha baixado o pdf desde a semana passada, mas por falta de tempo não tinha conseguido ler com mais calma.
Além das informações que a gente já está acostumado a ler quase que diariamente (consumidor interagindo, produzindo conteúdo, consumindo várias mídias simultameamente, etc, etc) o estudo traça 4 perfis principais baseados em 2 vetores &#8211; Informação e Tecnologia &#8211; e mostra as diferenças de hábitos desses perfis. Algumas das informações mais interessantes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ibope.png"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ibope-300x281.png" alt="ibope" title="ibope" width="300" height="281" class="alignleft size-medium wp-image-273" /></a></p>
<p>O IBOPE disponibilizou este mês um estudo sobre hábitos de consumo de mídia na era da convergência. Eu já tinha baixado o pdf desde a semana passada, mas por falta de tempo não tinha conseguido ler com mais calma.</p>
<p>Além das informações que a gente já está acostumado a ler quase que diariamente (consumidor interagindo, produzindo conteúdo, consumindo várias mídias simultameamente, etc, etc) o estudo traça 4 perfis principais baseados em 2 vetores &#8211; Informação e Tecnologia &#8211; e mostra as diferenças de hábitos desses perfis. Algumas das informações mais interessantes são:</p>
<ul>
<li>Perfis diferentes procuram conteúdos diferentes para cada mídia.</li>
<li>A qualidade da informação sobrepõe a preferência por uma plataforma específica. O conteúdo torna-se o grande protagonista, independente da plataforma na qual está exposto.</li>
<li>Os meios de comunicação são essenciais na era da informação e a sinergia entre eles é<br />
fundamental.</li>
<li>A maioria das pessoas prefere acessar um meio por vez. Porém, o consumo simultâneo de mídia é<br />
inevitável e já faz parte da rotina de uma parcela considerável da população.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.ibope.com/conectmidia/estudo/index.html">Veja aqui o estudo completo do IBOPE Conectmídia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Houston, we have an opportunity.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/10/06/houston-we-have-an-opportunity/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 21:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
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		<category><![CDATA[link]]></category>
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We need a new idea about ideas
Essa é mais uma daquelas apresentações que nos refrescam com algumas informações essenciais para quem quer entender as mudanças na publicidade, no marketing, e principalmente no comportamento humano.
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1762741"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/garethk/we-need-a-new-idea-about-ideas" title="We need a new idea about ideas">We need a new idea about ideas</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=masterdeck-090724051140-phpapp02&#038;rel=0&#038;stripped_title=we-need-a-new-idea-about-ideas" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=masterdeck-090724051140-phpapp02&#038;rel=0&#038;stripped_title=we-need-a-new-idea-about-ideas" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></div>
<p>Essa é mais uma daquelas apresentações que nos refrescam com algumas informações essenciais para quem quer entender as mudanças na publicidade, no marketing, e principalmente no comportamento humano.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A psicologia da escolha.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/09/22/a-psicologia-da-escolha/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
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		<category><![CDATA[neurociencia]]></category>
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		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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Estava fuçando nos meus feeds e cai neste artigo da Sandy Marsh onde ela comenta sobre um podcast que aborda um dos assuntos que mais me fascina, a psicologia da escolha. Na minha visão esse é um dos pontos fundamentais para qualquer profissional de marketing e planejamento. Entender como acontece o processo de escolha na cabeça dos consumidores.
A primeira parte do programa começa com Barry Schwartz comentando sobre a vantagem que as pessoas mais impulsivas tem sobre as mais racionais nos processos de escolha, pois segundo ele os impulsivos tendem ...]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/hotreactor/36171416/"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/choice-300x196.jpg" alt="foto sob licença Creative Commons" title="" width="300" height="196" class="alignleft size-medium wp-image-169" /></a></p>
<p>Estava fuçando nos meus feeds e cai <a href="http://threeminds.organic.com/2009/09/the_psychology_of_choice.html">neste artigo da Sandy Marsh</a> onde ela comenta sobre um podcast que aborda um dos assuntos que mais me fascina, a psicologia da escolha. Na minha visão esse é um dos pontos fundamentais para qualquer profissional de marketing e planejamento. Entender como acontece o processo de escolha na cabeça dos consumidores.</p>
<p>A primeira parte do programa começa com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Barry_Schwartz">Barry Schwartz</a> comentando sobre a vantagem que as pessoas mais impulsivas tem sobre as mais racionais nos processos de escolha, pois segundo ele os impulsivos tendem a fazer escolhas que são mais satisfatórias.  Aliás, aqui vale um parêntese. Se você não conhece Barry Schwartz precisa assistir essa palestra dele, <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=6127548813950043200#">Paradox of Choice</a>.</p>
<p>Na sequência, <a href="http://www.jonahlehrer.com/about">Jonah Lehrer</a> fala sobre a pesquisa do psicólogo americano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_A._Miller">George Miller</a>, &#8220;The Magical Number Seven, Plus or Minus Two&#8221;, feita na década de 50 e que ficou conhecida como Lei de Miller. Segundo ele, o ser humano médio tem capacidade para armazenar cerca de sete pequenos pedaços de informação na chamada &#8220;memória de curto prazo&#8221; (aquela memória que acessamos frequentemente), em determinado momento. Resumidamente é isso, mas você pode <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_A._Miller#O_n.C3.BAmero_m.C3.A1gico_sete">conferir na Wikipedia mais detalhes</a>.</p>
<p>A outra pesquisa comentada no podcast foi feita pelo professor de Marketing <a href="https://gsbapps.stanford.edu/facultyprofiles/biomain.asp?id=44749209">Baba Shiv</a> e funcionava da seguinte forma. Era solicitado a cada participante que memorizasse um número impresso em um cartão (não havia limite de tempo pra isso) e em seguida que se dirigisse a outra sala para repetir os números memorizados. O que os participantes não sabiam é que nem todos receberiam os mesmos números. Um grupo teria que memorizar um número de 7 dígitos e o outro grupo um número de 2 dígitos.</p>
<p>Depois que o participante memorizava o número ele se dirigia a outra sala para poder repetir os números memorizados. No corredor, entre uma sala e outra, o participante era interrompido por uma pessoa que lhe oferecia um lanche. Ele poderia escolher entre um pedaço de bolo de chocolate ou uma tigela com salada de frutas.</p>
<p>Essa é a parte curiosa da pesquisa. O grupo que havia memorizado o número de apenas 2 dígitos escolhia com muito mais frequência a salada de frutas (escolha racional), enquanto o outro grupo, do número de 7 dígitos, optava pelo bolo de chocolate (escolha emocional).</p>
<p>A teoria para esse resultado é de que nosso cérebro parece ser anatomicamente organizado em 2 &#8220;sistemas&#8221;, racional e emocional, e que estes &#8220;dois cérebros&#8221; estão constantemente disputando nossa atenção, principalmente em situações onde há uma escolha difícil a se fazer. Em situações onde o lado racional do cérebro está ocupado, o lado emocional se sobressai com maior facilidade, como no caso do grupo de pessoas que tiveram que memorizar o número de 7 dígitos.</p>
<p>Um outro estudo surpreendente quebrou um mito que existia na minha cabeça (o mito de que a indecisão é resultado da &#8220;guerra&#8221; entre os lados racional e emocional do cérebro) e acredito que ele exista na cabeça de muita gente.</p>
<p>O professor de Psicologia da USC, <a href="http://college.usc.edu/cf/faculty-and-staff/faculty.cfm?pid=1008327&#038;CFID=6662442&#038;CFTOKEN=96431606">Antoine Bechara</a> contou o caso de um cidadão chamado Elliot, um contador que após ter um tumor removido do seu cérebro se tornou inteiramente racional e incapaz de expressar ou sentir qualquer emoção. Apenas com o lado racional funcionando, ele ficou incapaz de tomar as decisões mais simples a ponto de, por exemplo, levar meia hora pra decidir se assinaria um contrato com uma caneta azul ou preta. A consequência disso foi um desastre na vida pessoal, profissional e financeira.</p>
<p>A conclusão do estudo você já deve ter entendido. Em uma situação onde as escolhas são muito parecidas o lado racional sozinho pouco pode fazer para ajudar e precisamos contar com a ajuda do lado emocional, pois sem ele não chegamos a nenhuma decisão.</p>
<p>O podcast é excelente (sem dúvida o melhor podcast que ouvi esse ano) e está dividido em trechos pra facilitar. Coloquei aqui alguns dos pontos mais interessantes <a href="http://www.wnyc.org/shows/radiolab/episodes/2008/11/14">mas não deixe de escutar</a> o programa todo, pois vale muito a pena.</p>
<p>O que fica claro pra mim é a necessidade cada vez maior de procurar informações no campo de estudo da psicologia e da neurociência para entender como a emoção e a razão afetam as decisões de consumo. Sabendo que hoje temos tecnologia facilmente acessível, o que torna os produtos e serviços praticamente iguais, resta às marcas saberem como ativar o lado emocional do cérebro.</p>
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		<title>Experiências de compra.</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2009/08/26/experiencias-de-compra/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 02:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência]]></category>
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Estava dando uma olhada no relatório WebShoppers 20, que traz os números do e-commerce brasileiro no primeiro semestre de 2009. Já foram faturados R$ 4,8 bilhões, o que representa um crescimento de 27% em relação ao mesmo período do ano passado.
O ticket médio está em R$ 323 e a previsão é que chegue a R$ 327 até o fim do ano. Apesar da crise ter afetado o setor, ele continua em crescimento e com previsões bastante otimistas. A previsão é fechar o ano ultrapassando a marca dos 10,5 bilhões de ...]]></description>
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<p><a href="http://www.flickr.com/photos/cmiper/25822676/"><img src="http://www.ligaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dinheiro.jpg" alt="Foto sob licença Creative Commons" title="dinheiro" width="300" height="288" class="size-full wp-image-89" /></a></p>
<p>Estava dando uma olhada no relatório <a href="http://www.slideshare.net/1stcomcomunicacao/webshoppers-20-edio">WebShoppers 20</a>, que traz os números do e-commerce brasileiro no primeiro semestre de 2009. Já foram faturados R$ 4,8 bilhões, o que representa um crescimento de 27% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>O ticket médio está em R$ 323 e a previsão é que chegue a R$ 327 até o fim do ano. Apesar da crise ter afetado o setor, ele continua em crescimento e com previsões bastante otimistas. A previsão é fechar o ano ultrapassando a marca dos 10,5 bilhões de reais.</p>
<p>E o brasileiro continua consumindo cada vez mais pela internet. Mais de 15 milhões de pessoas já tiveram pelo menos uma experiência de compra online, sendo que 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual.</p>
<p>Porque o e-commerce cresce tanto? Preços melhores? Facilidade para conhecer o produto, comparar preços, saber sobre a experiência de outros compradores? Enfim, será que a experiência de compra online é tão melhor que a encontrada na loja física?</p>
<p>Tudo indica que o brasileiro reconhece cada vez mais as vantagens e facilidades da compra pela internet, e que as lojas físicas precisarão repensar profundamente em como continuar atraindo consumidores, criando diferenciais que sejam realmente atrativos. E a resposta está provavelmente nas pessoas que trabalham nestas lojas.</p>
<p>A Mônica Sabino da <a href="http://www.brandgame.com.br/">Brandgame</a> levantou uma questão fundamental em seu blog, que é justamente <a href="http://monicasabino.wordpress.com/2009/08/14/discovering-wow/">a experiência de compra &#8220;wow&#8221;</a> na loja física (aquela experiência que nos surpreende muito positivamente). O artigo aponta para um relatório canadense sobre <a href="http://www.retailcouncil.org/research/DiscoveringWOW_June2009.pdf">experiência do <em>shopper</em> no varejo</a> (pdf), e mostra que grandes experiências de compra são uma combinação de vários fatores, conforme a própria Mônica resumiu:</p>
<blockquote><p>O que define uma experiência de <em>shopper</em> que encanta são interações humanas – educação, cuidado, informação de qualidade, interesse, ouvir, paciência, solução de problemas. O que encanta sempre é a interação com outro ser humano…</p></blockquote>
<p>Portanto, se você tem um comércio &#8220;real&#8221;, é melhor começar a se preocupar. E vale lembrar que não entrei na questão do tempo gasto pra ir até a loja, do stress no trânsito, e do gasto com gasolina,  estacionamento, o medo da violência, etc. Mas pode ter certeza que cada vez mais o consumidor irá levar isso em conta antes de sair de casa.</p>
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