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	<title>Comments on: Planejamento de Conexões</title>
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	<description>Pensamentos sobre estratégia na era digital.</description>
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		<title>By: Maurício R. Gouvea</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2010/01/09/planejamento-de-conexoes/comment-page-1/#comment-30</link>
		<dc:creator>Maurício R. Gouvea</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 16:21:08 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Eduardo,

Desculpe a demora na resposta. Mas vamos lá.

Quando o autor diz que o ponto de partida é a ideia e não o consumidor ele está se referindo à mudança de paradigma na forma de se pensar o planejamento de mídia.

Como o cara de mídia faz hoje? Ele vê qual é o consumidor que se quer atingir e monta o planejamento baseado nesse perfil. O planejamento de conexões usa a ideia como ponto de partida. Em outras palavras, a pergunta que ele se faz é: qual a melhor forma de entregar essa ideia? TV, revista, ação de guerrilha, evento, promoção na internet?

Percebeu a diferença? 

E aí eu coloco outra questão. Quem deve fazer esse planejamento de conexões? O cara de mídia? O planejador? O criativo? Todos juntos?

Rafa, se quiser o livro emprestado me chama no gtalk ;-]

abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Eduardo,</p>
<p>Desculpe a demora na resposta. Mas vamos lá.</p>
<p>Quando o autor diz que o ponto de partida é a ideia e não o consumidor ele está se referindo à mudança de paradigma na forma de se pensar o planejamento de mídia.</p>
<p>Como o cara de mídia faz hoje? Ele vê qual é o consumidor que se quer atingir e monta o planejamento baseado nesse perfil. O planejamento de conexões usa a ideia como ponto de partida. Em outras palavras, a pergunta que ele se faz é: qual a melhor forma de entregar essa ideia? TV, revista, ação de guerrilha, evento, promoção na internet?</p>
<p>Percebeu a diferença? </p>
<p>E aí eu coloco outra questão. Quem deve fazer esse planejamento de conexões? O cara de mídia? O planejador? O criativo? Todos juntos?</p>
<p>Rafa, se quiser o livro emprestado me chama no gtalk ;-]</p>
<p>abraços</p>
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		<title>By: Rafael Amaral</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2010/01/09/planejamento-de-conexoes/comment-page-1/#comment-29</link>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:23:56 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Eduardo.

Acho que seu ponto leva à discussão da inovação, ao criar um novo nicho de mercado ou um novo hábito de consumo. O iPad é um exemplo recente.

E Maurício, parabéns pelo blog.

É o primeiro post que leio e já me convenceu a comprar o livro.

Grande abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Eduardo.</p>
<p>Acho que seu ponto leva à discussão da inovação, ao criar um novo nicho de mercado ou um novo hábito de consumo. O iPad é um exemplo recente.</p>
<p>E Maurício, parabéns pelo blog.</p>
<p>É o primeiro post que leio e já me convenceu a comprar o livro.</p>
<p>Grande abraço!</p>
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	<item>
		<title>By: Eduardo Forbes</title>
		<link>http://www.ligaweb.com.br/2010/01/09/planejamento-de-conexoes/comment-page-1/#comment-8</link>
		<dc:creator>Eduardo Forbes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 12:07:32 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado,

Vim conhecer seu blog em função da sua postagem no grupo do LinkedIn e acabei parando neste artigo.

Achei interessante a idéia das conexões. Aliás eu uso muito uma expressão que li em algum lugar, mas não consigo achar aonde, e que diz: &quot;Não existe ninguém que saiba tudo nem ninguém que não saiba nada: a inteligência está nas conexões.&quot;

Gostei do artigo e vou analisar melhor a roda das conexões, mas uma parte me chamou a atneção e tenho que discordar dela. Você diz: &quot;O ponto de partida é a ideia e não o consumidor.&quot; (na visão do autor), mas cá entere nós: existe idéia sem consumidor? Na minha opinião não existe nem sentido em se pensar em algo que não seja 100% baseado no consumidor. E isso não tem a ver com tendências, tem a ver com a realidade econômica das empresas. Algumas idéias são simplesmente geniais mas não levaram a nada porque o consumidor as rejeitou, por exemplo: o Second Life no Brasil. Rios de dinheiros e mares de idéias jogados fora e trocados depois por 140 caracteres...

Fica a questão: &quot;Pra que serve a idéia sem o consumidor?&quot; e fica também meu abraço e incentivo ao seu blog.

Eduardo Forbes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado,</p>
<p>Vim conhecer seu blog em função da sua postagem no grupo do LinkedIn e acabei parando neste artigo.</p>
<p>Achei interessante a idéia das conexões. Aliás eu uso muito uma expressão que li em algum lugar, mas não consigo achar aonde, e que diz: &#8220;Não existe ninguém que saiba tudo nem ninguém que não saiba nada: a inteligência está nas conexões.&#8221;</p>
<p>Gostei do artigo e vou analisar melhor a roda das conexões, mas uma parte me chamou a atneção e tenho que discordar dela. Você diz: &#8220;O ponto de partida é a ideia e não o consumidor.&#8221; (na visão do autor), mas cá entere nós: existe idéia sem consumidor? Na minha opinião não existe nem sentido em se pensar em algo que não seja 100% baseado no consumidor. E isso não tem a ver com tendências, tem a ver com a realidade econômica das empresas. Algumas idéias são simplesmente geniais mas não levaram a nada porque o consumidor as rejeitou, por exemplo: o Second Life no Brasil. Rios de dinheiros e mares de idéias jogados fora e trocados depois por 140 caracteres&#8230;</p>
<p>Fica a questão: &#8220;Pra que serve a idéia sem o consumidor?&#8221; e fica também meu abraço e incentivo ao seu blog.</p>
<p>Eduardo Forbes</p>
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